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terça-feira, 26 de abril de 2011

Rui Biriva - morre, aos 53 anos, de câncer, um dos cancioneros mais alegre dos pagos gaúchos.

Cantor, compositor, apresentador e nativista, Rui Biriva morreu nesta segunda-feira , às 22h45, no Hospital de Clínicas de Porto Alegre. O músico estava internado desde 14 de abril, quando deu entrada na emergência do hospital com um tumor no intestino grosso. Natural de Horizontina, Rui será velado em Porto Alegre e enterrado em sua cidade natal.
Biografia:
Nascido Rui da Silva Leonhardt, no ano de 1958, Rui começou a se destacar no cenário gaúcho após participar e vencer, em 1984, um festival regional em Carazinho (RS) com a música "Birivas", que significa tropeiro de mulas. Em 1986 lançou o primeiro LP, ocasião em que adotou o nome artístico de Rui Biriva. Em 1999 lançou seu segundo CD pela gravadora Acit, no qual apresentou 12 composições com ritmos regionais do sul, como a vanera, oxote, a marcha, o chamamé e a milonga, destancado-se no disco as músicas "Mulher gaúcha" e seu maior sucesso: "Santa Helena da serra".

Saiba mais através dos sites:

http://www.ruibiriva.com.br
ou
http://pt.wikipedia.org/wiki/Rui_Biriva

Em sua homenagem, algumas músicas de seu repertório.

Canção do amigo:



Quebrando tudo:

quinta-feira, 21 de abril de 2011

GURI

César Passarinho acompanhado de Borghettinho e Neto Fagundes.



Cantada por Dante Ramon Ledesma- Imperdível!!!

"... quando todo mundo tem algo a superar, volta a um banco escolar, a uma faculdade e num determinado tempo está formado... ninguém se forma de pai, de filho, de amigo ... é difícil numa universidade... nós todos temos um lar onde poderíamos (isto) estudar...por isso... querer bem um filho, é apenas ajudá-lo a crescer..."
.



Cantada pelo Gaúcho da Fronteira e participação de Xitãozinho e Xororó. Muito bom é pouco.



Cantada pelo Sérgio Reis - pena que falta a última parte, mas uma versão muito boa, com um vídeo interessante.

O homem, quando filho
Deve lapidar o próprio destino
Iluminando seus caminhos
Com as verdades que aprendeu no lar.
Por que,
Querer bem a um filho
Não siginifica obrigá-lo a viver nossas verdades
Querer bem a um filho
Significa ajudá-lo a crecer
Ajudá-lo a crescer sem as nossas mentiras.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

ORGULHO GAÚCHO

Tchê, este nosso Blog Tradição é uma cosa linda por demais, de arrepia inté as crina da zoreia!!!
Com nosso hino, a música gaudéria tocando suavemente ao fundo, videos de fatos marcantes de nosso história !!!
É por estas coisas que meu ORGULHO GAÚCHO cada vez mai se agranda!!!
...é bom ser Gaúcho !!!!!!

terça-feira, 19 de abril de 2011

Hino Riograndense, com letra e música do hino original.

O Hino Riograndense têm algumas curiosidades. Entre elas, uma estrofe retirada do original na década de 60 e que o tranformou no que é hoje, e a história da sua origem, que envolveria prisioneiros dos farroupilhas na sua criação e elaboração. Leia no final desta postagem.
Quanto ao hino, encontrei este vídeo com ele cantado completo, inclusive a estrofe retirada em 1966.



Letra do Hino Riograndense, com a estrofe retirada em 1966.

Como aurora precursora
Do farol da divindade
Foi o vinte de setembro
O precursor da liberdade

Refrão
Mostremos valor constância
Nesta ímpia injusta guerra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra
De modelo a toda terra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra

“Que entre nós, reviva Atenas
para assombro dos tiranos
Sejamos gregos na glória
e na virtude, romanos”


Mas não basta pra ser livre
Ser forte, aguerrido e bravo
Povo que não tem virtude
Acaba por ser escravo

A história do Hino

Conta a história...,
"que em 1838, na Batalha do Barro Vermelho, em Rio Pardo (RS), durante a Guerra dos Farrapos, os rebeldes cercaram os soldados leais ao Império e prenderam o maestro Joaquim José de Mendanha e os músicos da banda do 2º Batalhão de Fuzileiros Imperial. Foi assim, que um maestro mineiro, monarquista, mulato, prisioneiro, foi obrigado a compor uma música para o Hino da República Rio-Grandense.

Alguns anos depois, o maestro foi acusado de plagiar uma valsa de Strauss e a letra teve três versões, sempre contestadas; a que prevaleceu foi de um poeta popular conhecido como Chiquinho da Vovó.

Foi num salão de baile de Rio Pardo, diz o diretor de documentário apresentado pela RBS TV, Rene Goya Filho, que o hino foi apresentado pela primeira vez. Por isso, levaram um grupo de músicos para apresentar, no mesmo local em que o Hino Rio-Grandense foi executado pela primeira vez, a versão considerada como original". Fonte: www.previdi.com.br